Poesia Pra Dois Dois

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CHEGOU O DIA! - bora de “Poesia Pra Dois Dois”, mais um rolézinho poético da FUTURUCURIMBA (com os poetas Xandu, Kajal, e quem mais vier), teremos lançamento do 1º Zine (!!) em homenagem a festa de São Cosmedamião (27/9) onde estaremos? …agenda abaixo + TEXTÒN + links educativos 
TERÇA - dia 27/set 
__1) às 14hs - em frente a Paróquia de São Cosme e Damião 
- Rua Leopoldo nº 434 
**ref. Hospital do Andaraí, perto Clube Renascença, ônibus 422 “Grajaú” passa pela Central descer no ponto do Guanabara 
__2) às 17hs - em frente ao Bode Cheiroso, bar onde o professor Luiz Antônio Simas estará lançando seu livro “Sonetos de botequim, poemas de terreiro” 
- Rua General Canabarro - Maracanã 
**ref. rua em frente ao Colégio Militar, ou atrás do CEFET 
__3) NOITE - pintou alternativa, tentar rumo pra Gamboa, na praça da Harmonia vai ter a Cia.de Mistérios e Novidades (16hs), além de oferta de caruru no ao redor - é 3ª opção sim meu padrin! 
**ATENÇÃO: se perdeu? liga para 21-973444114 
Obs: não tem zapzap 
TEXTÒN* 
Notas sobre caruru 
______ São Cosme e Damião e Poesia Pra Dois Dois - na construção desse passeio poético já se foram 3 anos percorrendo a cidade, Xandu e Paulo Kajal de um lado pro outro - passamos a monitorar “distribuição de doces”, Madureira, Olaria, Catete, fomos atrás do Caruru da Ciça na Pç.XV, visitamos o oratório da igreja de São Gonçalo e São Jorge ali na Central, até na igreja de São Crispim e Crispiniano… mas nada de criar um ninho. Para encontrar um clima adequado ao fazer poético não é fácil: precisa ter data tradicional sólida, igreja com um espaço festivo, e por isso: profano. 
______ Sim, precisa ser ali, coladinho com os ritos sagrados da igreja, mas profano, do lado de fora, na calçada da rua. É um condicional nosso, festivo, poético. Era 2019 quando notamos a procissão de São Cosme e Damião no Andaraí, pequena multidão e andor com imagem enorme - foi instigante ver fotos dessa festa! Veio pandemia, corta. Lá vamos nós finalmente. 
______ Além de criar poemas especiais, a invenção de um profano “sagrado” pedia um além. A ideia velha era se juntar pra fazer um doce caseiro, fosse uma leva de bala de coco, pé de moleque, o que fosse, e Paulinha, Camila, Vivi, essas toparam - bora fazer? . . Veio pandemia, corta. . Resolvi aventurar caruru pra 2022. Eis a história. 
______ Em que pese “ancestralidades africanas”, essa baianidade aconchegante (salve o Senhor!) há de se notar que o nome CARURU é bem tupi, nativo, uma erva (CAA) de comer (riru) disse o C.Cascudo, ou erva inchada, caa-RURU, tb faz sentido - taí o sapo cururu, um bichão. A real é que o tempo colonial, violento, muitas perdas, também se tornou o reencaixe de peças, nosso papel ativo na cultura - brasileiros. 
No “tempo nativo” uma erva inchada e de comer podia ser uma ou muitas plantas, sabemos da maniçoba, da farinha de mandioca, milho picado, fubá… São acompanhamentos, como o arroz com feijão está para as carnes, o caruru acompanha galinha (no Rio é assim). É famosa a farinha que faz o pirão (peixe), o milho do virado paulista (frango), da canjiquinha mineira (porco), o fubá de norte a sul, o angu (porco) dos cariocas, dos baianos, mas… dizer CARURU sem falar em quiabo, isso ainda não vi. 
______ Então temos o quiabo, uma erva inchada messsmo, pois quando a panela ferve a “baba” que solta é muita, muita, muita. “Quiabo é a baba do diabo”, uma expressão usada por aqui, no Rio, que reforça um monte de preconceito numa só alavanca. Antigos costumes? Cafona? Comida primitiva? Nojenta? … Da raça, né? Tamo de olho. 
______ Carioca de classe média: arroz, feijão, bife e batata frita. Se deixar come só isso. É um costume francês, língua 2 nas escolas daqui até os 80 - os trejeitos do império, belle epóque, chique, finésse. E o resto das comidas? Não “gosta”. Pois bombardeios mentais ainda prejudicam, as crianças sofrem, suas mentes se partem - gostar de uma comida, ouvir coleguinhas se rindo, falando mal… Isso encolhe o cérebro, dói. Acontece com a cultura do quiabo. 
______ Carioca, mineiro, baiano, são velhos comedores de quiabo, e junto com “paladar” provavelmente também foram perdendo antigos costumes de fé - no catolicismo popular - aquele onde São Cosme Damião vai caindo para escanteio. No filme do Copolla, O poderoso chefão, expõe a sujeira na alta cúpula do Vaticano - é denúncia, é tb propaganda. A própria igreja desvaloriza, já andaram retirando patente de santo para São Jorge, Santa Bárbara …. a data de 27 de setembro sempre foi São Cosme e Damião, festa de tradição no Brasil, mas recentemente mudaram pra 26, será por racismo? Capaz. 
______ A cada ruptura vinda de cima, é como na política: espaço vazio é ocupado por outro. Não bastassem os pentecostais na TV, há correntes católicas bastante racistas sobre esses costumes. Lidam bem com bandidos, drogas, prostituição, mas se disser “saquinho de cosmedamião” - tem horror. Não cabe aqui falar detalhes coloniais, estatutos de raça na igreja, pretos, etíopes, crioulos, pardos, mas ganhar liberdade, ter suas igrejas de cor, foram disputas. 
______ A simbologia dos gêmeos Cosme e Damião é mito de cura, prosperidade e tolerância. Há migração da Síria (cristã) para Roma, +/- no século VI, para enfrentar o paganismo local: velhos deuses da medicina, Castor e Pólux, substituídos pela igreja de São Lourenço, e a basílica de São Cosme e Damião (sede dos Franciscanos). Nesta, há um mosaico bizantino: os gêmeos vestem toga romana, enquanto Pedro e Paulo os apresentam a Jesus. Imagens reformadas mostram os meninos médicos vestidos de capa e barrete na cabeça, seguram um pergaminho e um pote. As imagens reforçam o que a oralidade não atinge - em outro mosaico os santos são cavalos, e Jesus é um carneiro - curiosamente, um “cavalo de santo” tb é a ideia de orixá, o deus que guia a pessoa. 
______ No Brasil os gêmeos surgem como os conhecemos hoje: de cabelos soltos, trazem uma caixinha com remédios, uma palma de “esperança e milagres”, usam capa vermelha e golinha rendada pois “reis meninos”. Reis é modo de dizer “santos”, pois curavam as pessoas sem cobrar nada, acusados pelos romanos de fazer “magia cristã” foram torturados, e mortos - várias vezes, diz a lenda - voltar a vida é um traço que só “os filhos de Deus”. Decapitados, já não voltam, um martírio final, e caminho para santificação. É um mito real, ou inventado? Não importa. 
______ Como essa narrativa foi usada nos últimos 500 anos não sabemos ao certo. Diálogos efêmeros, ampla população trazida da África sob o reio, diz-se IBEJI para o nascimento de gêmeos - um símbolo de prosperidade por si. Entre as etnias africanas (diversas) este é um nome gege-nagô, ioruba, mapeado como atuais Angola, Benim, Guiné, Nigéria etc - são locais notórios pelo nascimento de gêmeos até hoje. Natural que Ibi (parir) Eji (dois) se tornasse tema divinal, mítico, profundo. 
______ Da cultura oral conhecemos alguns cânticos, portadores de histórias míticas - uma delas diz sobre “meninos gêmeos livrar o reino de uma peste”. Mal falados por serem “meninos levados”, ocorreu de um oráculo IFÁ dizer que só eles salvariam a tribo. Com astúcia, os meninos entraram na floresta onde a morte IKU se escondia, tocaram um samba irresistível que a fez dançar, e se revezaram no tambor por horas, dias, até a peste desistir de ser má. O reino reavaliou as crianças “levadas”, fizeram festa e doces. Eis um elo possível com a imagem católica, um diálogo de cura, tolerância, prosperidade. 
______ Ocorre de as histórias serem muitas, no caso dos meninos gêmeos - é comum um jogo de forças, forte e fraco, ira e temperança, morte e vida - dualidades em disputa. Diz-se que Xangô era  humano,  guerreiro com  ambição de ser “rei”, mas não era ORIXÁ como o então governante. Aguardou sua saída, e demonstrou para a tribo que era tb ORIXÁ - se enforcou diante de todos afim de retornar como tal. No tronco onde estava, dois brotos nasceram e o levaram a Orum, onde foi consagrado entidade, da paixão, da ira, da força, do machado de dois gumes, pelo qual exerce a justiça. 
______ É possível ver naquele homenzarrão se debatendo na forca, querendo a vida, e sendo acalmado e salvo pelos IBEJIS? Não sei, digo que sim, pois há uma passagem que trata da gula por quiabo, onde Xangô come demais e termina dormindo - e assim o guerreiro, forte, bruto, dorme e perde a batalha. Tem um yin yang nisso. Mas como sei dessas cousa? Ora, foi Pai Guglou das Almas Aflitas, preenchendo vazios da existência. 
______ Direto da internet, assistir vídeos de culinária foi jeito para “entrar na receita”, pensar o que é mais tradicional, e o moderno modo de preparar. Putz! Foi surpresa saber o detalhe: fazer caruru uma coisa, se retirar o QUIABO e botar ANGU a receita é VATAPÁ, prima-irmã. E pra essa iguaria Dorival Caymmi fez seu youtchube lá em 1942, NOTAS SOBRE A FEITURA assim: 
__1) “Quem quiser vatapá, ô/ Que procure fazer/ Primeiro o fubá/ Depois o dendê” 
- NOTA 1: o fubá de milho perdeu espaço pro pão francês molhado, já não é angu. 
- NOTA 2: o azeite de DENDÊ parece um mel, mas oxida na luz, calor, forma borra amarela, difícil achar puro. 
- NOTA 3: a fama não é boa, mas é top na digestão, tipo óleo de azeitonas, o de DENDÊ pede alta temperatura (usa panela pré aquecida), seu óleo é extraído com a prensa da FRUTA da palmeira, alimento “milenar” e por isso “desce bem” 
- NOTA 4: “desce bem” é ligado a gorduras saturadas (50%), tb monossaturadas, e BAIXO ácido linoleico (9%) - péssimo pra digestão - esse ácido é muito alto no óleo de soja (50%), girassol (60%), canola, palmiste (semente do dendê), que são fórmulas industriais, baratas, venenos. 
__2) “Bota castanha de caju (*Um bocadinho mais) Pimenta malagueta (*) Amendoim, camarão, rala um coco/ Na hora de  machucar/ Sal com gengibre e cebola, iaiá/ Na hora de temperar ” 
- NOTA 5: na feira de são cristovão, ou na casa pedro (e outras) tem tudo isso de “exótico”, facilita.  
- NOTA 6: “machucar” é bater no pilão, moderno é jogar com tempero e tudo no liquidificador. 
- NOTA 7: o camarão seco vem cheio de LIXO, é sinistro, eu tive que retirar na colher. Depois lavei, cortei cabeças, tem um esporão fura-dedo, até descasquei… acho que pra bater com casca é melhor fazer separado… depois junta. 
__3) “Com qualquer dez mil réis e uma nêga ô/ Se faz um vatapá” 
- NOTA 8: caô! ninguém come sozinho, fiz pra quatro cabeças, foram pelo menos cem contos, 20 só de quiabo - afinal CARURU era o pique. 
- NOTA 9: do quiabo (1kg), tem a manha de saber escolher (é bom se a ponta quebra fácil, se lenhosa é ruim), isso demora na feira, depois lava e corta, isso demora em casa. E tem corte pra Iansã, pra Xangô, pra Ibeji, numas que … joguei no liquidificador memo. 
______ TODO SACRIFÍCIO COMPENSA, a missão era preparar um caruru pro Atile Muniz, poeta nosso, do Ratos Di Versos, e assim foi feito. Enquanto eu virava caruru e descascava camarão, ía pensando em Dorival Caymmi, e fomos cantando, proseando, virando umas ampolas… pois álcool e ibeji tem quizila, restrições que nem paramos pra pensar. Profanos fomos. 
______ Na cozinha era obstinação, paciência, Xandu ali na forja, o Caruru como instrumento do prazer digestivo. E Atile estava feliz, cantava, animado, vários sambas. As crianças ansiosas pela mesa posta, e demorou um tanto, tanto que com cerveja, cachaça, páh! Fomos abrindo o cavalo de Ogum! Pratos na mesa, e conversar política, cabeça quente e bolo doido - só teve!
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______ Minha tia-avó Dona Chica diria “baixou Santo Antônio!”. É um santo que tem parte com Ogum no candomblé baiano, e no Rio é com Exu, da umbanda, mas no católico mesmo tem isso: “parece que vai tirar o pai da forca!”, no sentido de nervosismo, aperreio. Tem uma passagem de Santo Antônio que se diz “fenômeno da bilocação”, estar em 2 lugares ao mesmo tempo - seu pai fora acusado de usura, prestes a ser enforcado, mas Sto.Antônio estava longe, em outra cidade, e milagre: do nada o filho surge para salvá-lo. Virou sinônimo de inquietação, mal humor.  
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______ Xandu e Atile naquele calor do bate-boca, atrapalhados no ato do almoço especial, e não demorou a descer a pressão… o caruru ficou delícia, estava gostoso, mas um papo de trava-goela, e a coisa dos excessos - foi pra dar trabalho aos Erês - botaram geral pra dormir! Enfim… dizem que a “guerra híbrida” taí, desentendimentos mis, aciona o “modo torcida” na política, vem pra nos dominar, um fio onde “é bom! é mau!” tem feito família se separar - precisamos ir além e nos entender, cair fora disso. 
______ Do Atile sei de amizade firme, então aproveitei a treta para florear com Orixás, essa história aqui. É parte dos ingredientes que uso pra escrever poesia. Um “banhamento” para fazer a tal FUTURUCURIMBA. 
______ Levantar ditos familiares, superstições, modos de falar, ir na internet pesquisar, os mestres, os relatos soltos. Minha vó Edina juntava as primas para cozinhar e montar os saquinhos; tradição que foi se enfraquecendo na família. Nos anos 50-60, na vivência de minha mãe e tias, de catecismo e grupo jovem da igreja da Salete, no Catumbi, ainda se cantava abertamente “São Cosme, Damião, Doum”, que sugere um tempo cheio de crenças de raiz - era catolicismo popular. Esse Doum, vi que fala de uma fase levada da infância (+/- 7anos), e significa idowun - o que nasce depois - que o povo associa com Exu "traquinas", como qualquer menino levado. Bem distante das violências que vemos na política, Exu pesado, vamos ficar no leve, tranquilo, de bom viver, então 
VIVA AS CRIANÇAS 
VIVA COSME E DAMIÃO 
VIVA O BRASILZÃO DE MEUDEUS 
BORA PRA RUA
POESIAAAA!!! 

TEXTÒN DU XANDU 
**representante da Futurucurimba, núcleo de poesia e arte, em política e religiosidade popular, abram alas, e aspas pra quem te queira - quem é de chegar, chega chegânuuu! 
FUTURUCURIMBA é um mote pra criar/falar poesia e fazer arte, e assim HOMENAGEAR A CIDADE VELHA DO RIO DE JANEIRO, ser carioca indo além de samba, futebol, baile funk, nem uma Lapa sequer, pq é tudo isso, mas principalmente é um rolé sentimental, um passeio pelas antiguidades urbanas, o povo-povão das igrejas católicas antigas, dos terreiros e mistérios, e a parte profana que somos, junto com camelôs, bares, pivetes, policiamento cruel, e demais rebarbas que a despeito de gostarem da fé ou não - estão sempre presentes. Por nossa poesia e arte pensamos RESPEITO, daí usarmos “temática de inspiração” para saudar o lugar da urbe, as pessoas dali, os simbolismos da fé, seja católica, seja umbanda, candomblé, seja como uma colaboração total - tendo início em 2014, desde então seguimos na Folia de Reis (6/01), Presente de Iemanjá (2/02), Festa de São Jorge (23/04), Festa de Santa Bárbara (4/12), e depois de andar atrás de caruru e doces achamos a festa CERTA: nesse 27/SET é fazer POESIA PRA DOIS DOIS na igreja do Andaraí - o que temos feito e dizemos FUTURUCURIMBA. 
Ponto. 
REFERÊNCIAS 
- Diz R.Moura no seu livro “Tia Ciata e a Pequena África no Rio de Janeiro” (1995) 
“O caruru dos ibejis se inicia com o ritual da matança dos frangos, a carne separada para o orixá e o restante para a refeição comunal em enormes gamelas onde se adicionam os ingredientes, o quiabo pacientemente cortado em fatias, camarão seco, castanhas, ervas e o dendê.” 
- para saber das igrejas e história oficial de São Cosme e São Damião, vá ler: 
- “Vatapá”, Dorival Caymmi: 
“Quem quiser vatapá, ô/ Que procure fazer/ Primeiro o fubá/ Depois o dendê/ Procure uma nêga baiana, ô/ Que saiba mexer/ Que saiba mexer/ Que saiba mexer/ Procure uma nêga baiana, ô/ Que saiba mexer/ Que saiba mexer/ Que saiba mexer/ Bota castanha de caju/ Um bocadinho mais/ Pimenta malagueta/ Um bocadinho mais/ Bota castanha de caju/ Um bocadinho mais/ Pimenta malagueta/ Um bocadinho mais/ Amendoim, camarão, rala um coco/ Na hora de machucar/ Sal com gengibre e cebola, iaiá/ Na hora de temperar/ Não para de mexer, ô/ Que é pra não embolar/ Panela no fogo/ Não deixa queimar/ Com qualquer dez mil réis e uma nêga ô/ Se faz um vatapá/ Se faz um vatapá/ Que bom vatapá” 
- Dorival Caymmi foi lançado ao sucesso através de Carmen Miranda (1939) a quem ensinou trejeitos e ainda fez acompanhamento ao violão no filme Banana da Terra, já seu “VATAPÁ” veio no ano seguinte, para ouvir na rádio Batuta conforme: 
- Mãe Beata de Yemonjá - MAIS UMA HISTORIA DE XANGÔ E O QUIABO 
- LiteraAfro /Letras /UFMG, em: 
http://www.letras.ufmg.br/literafro/24-textos-das-autoras/583-mae-beata-de-yemonja-mais-uma-historia-de-xango-e-o-quiabo 
- Ibeji **via Awure 
https://open.spotify.com/episode/6xK2K5UjG3sw8O6qQ2nMTk 
- René Ribeiro, pesquisa sobre IBEJI, revista USP 
- Ibeji: o arquétipo dos gêmeos na tradição afro-brasileira / por Alexandre de Salle - para ler: https://www.historiaeparcerias.rj.anpuh.org/resources/anais/19/hep2021/1636032663_ARQUIVO_d3033c35c892053a7eb183baa5e9b4f4.pdf
- Àwo Fifè Nlá1: comida de santo como cultura afro-brasileira - Fábio Liborio Rocha  
https://raca.fiocruz.br/index.php/raca/article/download/128/64/518
- “O vatapá” - Artur Ramos 
https://periodicos.ufsc.br/index.php/travessia/article/view/15461 
Breve notícia sobre a cozinha baiana - Hildergardes Vianna
UFBA 
https://periodicos.ufsc.br/index.php/travessia/article/view/15460 
FUTURUCURIMBA - mote pra criar/falar poesia e fazer arte

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